🍷 Tamada
Anfitrião de um banquete que faz os brindes e mantém a ordem.
O tamada é o mestre de cerimónias de um banquete, que propõe os brindes e mantém a ordem. A tradição vem da Geórgia, onde esse banquete se chama supra. A palavra entrou noutras línguas do Cáucaso, da Transcaucásia e de países vizinhos.
O tamada é escolhido pela eloquência e pela capacidade de conduzir um grupo. Abre o banquete e propõe os brindes por ordem: aos convidados, aos pais, à paz, à amizade, à memória dos que já partiram. Depois de cada brinde os convidados bebem vinho. O tamada não bebe tanto para si próprio, mas assegura que a conversa corra bem e alegremente, que ninguém se ofenda e que todos possam falar.
O supra georgiano assenta no vinho e nos brindes, por isso o tamada é a figura central da celebração. Costuma receber um corno de vinho ou um copo especial. Os brindes podem ser longos, com histórias e parábolas.
O papel do tamada mostra que o vinho no Cáucaso está ligado não só a uma bebida, mas à conversa, ao respeito e à hospitalidade. O vinho pode beber-se com moderação: o que importa no banquete é a palavra.
Conexões
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Perguntas frequentes
Quem é o tamada?
O mestre de cerimónias de um banquete, que propõe os brindes e mantém a ordem. A tradição vem da Geórgia.
O que é um supra?
Um banquete festivo georgiano com vinho, comida e brindes, conduzido por um tamada.
O tamada tem de beber muito?
Não. A sua função é conduzir o banquete e propor os brindes, e não beber.